sábado, 14 de janeiro de 2012

Ilyushin Il-86


O Il-86 é um avião soviético de tipo wide-body e é o segundo wide-body quadrimotor depois do Boeing 747.
Os fabricantes MAP Factory nº 64 e WSK PZL-Mielec (russo e polonês) ficaram responsáveis pela produção desse avião. É operado príncipalmente na Rússia e na Ásia, além de Cuba, onde é operado pela Cubana de Aviación. Possui 55,40 metros de comprimento e 60,10 metros de envergadura. Com uma autonomia em media de 7300 km.
O Ilyushin Il-96 é uma aeronave curta, de longo prazo, e de avançado nível de desenvolvimento tecnológico em relação ao primeiro avião de fuselagem larga produzido pela Rússia, o Ilyushin Il-86. Possui asas supercríticas equipadas com winglets, uma cabine com glass cockpit e sistema fly-by-wire de controle. Ele voou pela primeira vez em 1988 e foi certificado em 1992. O IL base-96-300 está equipado com moderna aviônica russa integrando seis multi-funções de Color LCD Displays, sistemas de navegação inercial e de satélite, e uma Traffic Collision Avoidance System/TCAS (incluindo o modo "S"). Ele permite que a aeronave a ser operada com dois tripulantes. A aviônica corresponde aos requisitos modernos em rotas internacionais na Europa e América do Norte (RNP-1) e permite navegação e aterragem em condições meteriológicas severas tipo CAT III/A. O Il-96 é oferecido em três variantes principais: o Il-96-300, Il-96M/T e Il-96-400.
O Il-96-300 tem uma capacidade de passageiros padrão de 262 lugares, uma configuração de duas classes com 18 lugares, com uma distância entre assentos de 54 polegadas (140 cm) e 244 lugares, com um espaçamento de 32 cm (81). As cozinhas são posicionados no convés superior, e no andar inferior pode acomodar 18 recipientes LD-3 e áreas de descanso da tripulação. Embora o seu preço de tabela é superior a 30% inferior ao equivalente tipos ocidental, as companhias aéreas russas não são particularmente ansiosas para comprá-lo. Em setembro de 2006, há apenas 16 Il-96-300 em operação com: Aeroflot (de 6 a 17), KrasAir (2), Domodedovo Airlines (3; realmente operado por KrasAir em nome da aliança AiRUnion), Atlant-Soyuz Airlines (1; versão de carga), da Cubana de Aviación (3) e Rossiya (2).
Acidentes
De 1980 até então não aconteceu nenhum acidente fatal envolvendo o Il-86, seja para o transporte de passageiros. Apenas um voo de translado registra acidente, ocorrido em 2002. Esse voo decolara de Moscou com destino St. Petersburgo. As autoridades apontaram como causa do acidente um defeito no botão do trim elétrico no manche - o que implicou um re-trimagem natural da aeronave para nose-down. O relatório final aponta para 14 mortos de 16 pessoas que compunham a tripulção e apoio de solo. Em Dubai, um voo de passageiros realizou um pouso de barriga devido a esquecimento por parte da tripulação de baixar o trem de pouso.
Alto Custo

Os Il-86 é mais caro e menos competitivo que seus concorrentes diretos da Boeing e da Airbus, daí o seu "fracasso" de vendas!
A própria companhia aérea russa, a Aeroflot, está vendendo todos os seus jatos de fabricação russa, em especial os Tupolev, o incansável avião de passageiros do antigo Bloco Soviético. Quando se forem, apenas seis dos cerca de 100 jatos da frota da Aeroflot serão de fabricação russa. E esses seis aviões serão justamente os Ilyushin-86, que serão usados nas linhas domésticas e para algumas rotas especiais no exterior, como Moscou-Havana e Moscou-Hanói. O fato de a companhia passar a voar quase exclusivamente com aviões Boeing e Airbus constitui uma reviravolta significativa para uma companhia que já foi dona de praticamente todos os aviões civis da antiga União Soviética. O que acontece agora é que a companhia tentou se reinventar como companhia para homens de negócios, e seus passageiros tendem a preferir aviões ocidentais.
Embora os especialistas afirmem que os aviões russos são bem construídos, sua manutenção por parte das companhias aéreas que os utilizam deixa a desejar, assim como os reparos, o que lhes trouxe uma péssima fama em matéria de segurança depois do colapso soviético.

  • Fabricante: Ilyushin



quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Hyundai Tiburon

O Hyundai Tiburon é uma linha de carros coupé esportivo da Hyundai. O nome Tiburon é usado nos Estados Unidos da América, no Canadá, na Nova Zelândia, na Austrália, na África do Sul e na Áustria. O Hyundai coupe é a denominação para o mercado mundial.
  • Motor: 1.6 16v CVVT 118cv / 2.0 16v CVVT 144cv / 2.7 V6 CVVT 167cv
  • Caixa de velocidades: 5 / 6 velocidades manual / 4 velocidades automáticas
  • Medidas
  • Pneus: 215/45 R17
  • Distância entre os eixos: 2,530 mm
  • Comprimento: 4,395 mm
  • Largura: 1,760 mm
  • Altura: 1,490 mm
1 Geração do Tiburon
  • Peso: 1,740 kg
  • Consumo de combustível: De 7.6 a 10.4 l/100 km
  • Capacidade do depósito(l): 55 litros

Tupolev Tu-154

O Tupolev Tu-154 é um avião russo, semelhante ao Boeing 727 e muitas vezes confundido com este. Foi projetado para rotas curtas e médias e é até hoje a espinha dorsal do transporte aéreo doméstico russo.
As principais companhias aéreas russas há várias décadas usam o Tu-154, tendo ele transportado cerca de metade de todos os passageiros que voaram pela Aeroflot e suas subsidiárias - aproximadamente 137 milhões de passageiros por ano. Também foi exportado e operado por outras companhias aéreas, em pelo menos 17 países.
Tu-154A
A primeira versão atualizada do original Tu-154, acrescentou ao modelo anterior, em produção desde 1974, uma seção central de reservatórios de combustível e mais saídas de emergência, enquanto os motores foram atualizados para o Kuznetsov NK-8-2U. Outras modficações incluem abas e slats automáticos e controles de estabilidade, além de modificações na aviônica. O peso de decolagem aumentou para 94 ton.
Havia 15 diferentes esquemas do interior para os diferentes clientes domésticos e internacionais do avião, que carregava entre 144 e 152 passageiros. Ostentava os números de matrícula de 85056 a 85119.
Tu-154B
Como os modelos Tu-154 e Tu-154A sofreram rachaduras nas asas após apenas alguns anos de serviço, uma versão com uma nova e mais forte asa, designada Tu-154B, entrou em produção em 1975. Ela também tinha um reservatório extra de combustível no tanque da fuselagem, saídas extras de emergência na cauda, e o peso máximo de decolagem cresceu para 98 ton. Na Aeroflot foi também importante para que o aumento da capacidade de passageiros proporcionasse custos operacionais mais baixos. O avião mantinha os motores NK-8-2U e, com isso, a única forma de melhorar a economia do avião estava em aumentar o número de assentos. O piloto automático deste modelo foi certificado pela OACI, na categoria II.
Nesse período, as aeronaves anteriores (Tu-154 e Tu-154A) também receberam modificações desta versão, como a substituição da asa. Nelas o peso limite de carga também aumentou para 96 ton.
No total, foram construídos 111 Tu-154B, que receberam números de matrícula de 85120 até 85225.
Tu-154M
A mais famosa versão e a maior modificação de toda a série. Vôou pela primeira vez em 1982 e entrou em produção em massa em 1984. Dispunha de 2 motores Soloviev D-30KU-154 que consumiam muito menos combustível e proviam maior aerodinâmica. Agora a aeronave passava a ter 2 conjuntos de flaps (antes eram 3) que podiam baixar até 36 graus a mais do que o anterior, e diminuiam o barulho na aproximação para o pouso. Também ganhou uma nova unidade de força auxiliar (a famosa APU) que tinha várias modificações.
O peso máximo de decolagem chegava, em algumas aeronaves foram certificadas, a até 104 ton (antes eram 100 ton).
  • Fabricante: Tupolev
  • Tipo: Avião Comercial
  • Velocidade Máxima: 950 km/h

sábado, 7 de janeiro de 2012

Ilyushin Il-62


Air Koryo IL-62M P-881.JPGO Ilyushin Il-62 (apelidado Classic) é uma aeronave Soviética de longo alcance produzida em 1960 pela Ilyushin. Como sucessor ao popular turboélice Ilyushin Il-18 e com capacidade para quase 200 passageiros, o Il-62 foi o maior jato comercial quando voou pela primeira vez em 1963. Entrou em serviço pela Aeroflot em 15 de Setembro de 1967 com um voo de passageiros inaugural de Moscow para Montreal. Um dos quatro designs pioneiros (entre Boeing 707, Douglas DC-8, e o Vickers VC-10), o Il-62 foi o primeiro avião de tal grandeza a ser operado pela União Soviética e um grande número de países, se tornando uma aeronave referência para voos de longo alcance durante décadas. Foi a primeira aeronave Russa pressurizada com seção central não-circular da fuselagem e portas de passageiros ergonômicas, e o primeiro jato Russo com fileira de seis assentos (o turboélice Tupolev Tu-114 também possuía este padrão) e luzes de navegação de padrão internacional.
Mais de 30 nações operaram o Il-62 com mais de 80 sendo exportados e outros arrendados por empresas russas e outras do Oriente. Versões especiais como VIP e outras conversões também foram desenvolvidas. O Il-62M se tornou o modelo que durou mais tempo operando em voos civis, durante três décadas. Uma aeronave de operação cara comparada com novos modelos, o número em uso foi então reduzido após a crise de 2008. A aeronave também não cumpre com restrições internacionais de ruído. Os sucessores do Il-62 incluem o Il-86 e o Il-96, ambos os quais foram fabricados em menor quantidade e não exportados mundialmente.

  • Fabricante: Ilyushin
  • Capacidade: 168 a 198 passageiros


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Boeing 777

Delta Air Lines Boeing 777 N701DN.jpg
Boeing 777 é um avião widebody de longo alcance, projetado e fabricado pela companhia norte-americana Boeing. É o maior avião bi-jato do mundo, com o motor mais potente já produzido. Pode transportar entre 283 e 368 passageiros na configuração de três classes, por até 17.000 km, ligando as principais capitais sem escala. As principais características visuais do Boeing 777, que o diferem dos demais aviões, são o diâmetro de suas turbinas turbofan (são as maiores do mundo), seutrem de pouso com seis pneus cada (total de 12), e sua fuselagem tipicamente circular e comprida.
Este avião (também chamado de Triple Seven pelos americanos) foi desenhado para ter uma capacidade de carga e passageiros intermediária entre o Boeing 767 e o Boeing 747. O modelo original produzido foi o 777-200, que entrou em serviço em 1995, seguido do modelo 777-300, com mais 10,1 metros de comprimento, entrando em serviço em 1998. As versões longer-range (LR) e extended-range (ER), com maiores alcances em voo, entraram em serviço em 2004 (ER) e 2006 (LR). A versão freighter (777F) voou pela primeira vez em 2008. Os modelos ER, LR e 777F funcionam com motores General Electric GE90 e winglets (3,9 metros). O modelo 777-200LR é o detentor atual do recorde de maior distância percorrida sem escalas (21.601 km entre Hong Kong e Londres, via EUA).
A primeira empresa a utilizar o Boeing 777 foi a United Airlines. A partir de 2008 a Singapore Airlines passou a operar a maior frota do avião em todo mundo. O modelo mais utilizado atualmente é o 777-200ER, com 410 unidades entregues até 31 de maio de 2009. No total, 56 companhias encomendaram 1.107 aviões, e 784 já foram entregues. O simbólico setingentésimo septuagésimo sétimo avião a ser produzido (777º) foi vendido à companhia Air France.
Durante a década de 2000, o 777 permaneceu como um dos aviões mais vendidos da Boeing. Devido aos crescentes custos com combustíveis nesse período, as empresas aéreas optaram pelo 777 como uma alternativa muito eficiente frente aos outros aviões widebody. Seus motores são 40% mais potentes e consomem 22% menos combustível que o B767. Por isso está sendo largamente usado nas rotas longas, transoceânicas e transcontinentais. O Boeing 777 compete por mercado diretamente com o Airbus A330-300, Airbus A340, e futuramente com o Airbus A350 XWB.
Características
O 777 se destaca por ser o maior birreator a jato existente na atualidade, e por ter sido totalmente planejado com o uso de computadores, eliminando assim a necessidade de construção de um mock-up em tamanho real, além de permitir aos engenheiros testar os sistemas em conjunto em situações simuladas de vôo.
Um fato que chama a atenção na concepção da aeronave, é que desde o início do projeto, pilotos das companhias aéreas lançadoras do tipo foram chamados para auxiliar nos trabalhos, o que deu ao 777 um cockpit com funções e design feitos para um melhor conforto na pilotagem. Também é a primeira aeronave fly-by-wire da Boeing, ou seja, todos os comandos executados pelo piloto são transmitidos através de impulsos eletrônicos, eliminando o uso de cabos.
Dentre os diversos avanços presentes no 777, dois merecem destaque: suas asas e seus motores, que lhe deram muita eficiência aerodinâmica, combinada com uma potência suficiente para subir a grandes altitudes de forma rápida, e desenvolver uma boa velocidade de cruzeiro. Em termos comparativos, o 777 é mais silencioso que o Boeing 767, mesmo tendo 40% a mais de potência.
Boeing 777-100 e o Boeing 777-200
Uma versão de menor capacidade do Boeing 777, foi oferecida à Continental Airlines e à Delta Airlines, como uma opção aos velhos L-1011 e DC-10 das frotas de ambas as companhias, mas ambas as empresas recusaram a oferta da Boeing. Isto levou a última a modificar o 777-100 no 767-400ER, para satisfazer às necessidades de ambas as linhas aéreas.
O modelo básico do 777-200. Primeiro cliente foi a United Airlines, que recebeu o primeiro 777-200 em maio de 1995. Peso máximo de decolagem é de 247,210 toneladas e alcance máximo de 9,695 km. Sua capacidade de passageiros é de até 315 passageiros em duas classes. As opções de motores são dois turbofans Pratt & Whitney PW4077, General Electric GE90-77Bs ou Rolls Royce Trent 877s.
O concorrente direto deste modelo é o Airbus A330-300.
Boeing 777-200ER (Extended Range)
Originalmente designado como 777-200IGW, foi criado como uma opção de maior alcance do 777-200. O 777-200ER possui características como maior capacidade de carregar combustível, peso máximo de decolagem de 286 toneladas, e alcance de 14,316 km. ER significa Extend Range (Alcance Estendido). O primeiro cliente foi a British Airways, que recebeu a primeira aeronave em fevereiro de 1997.
O 777-200ER pode ser motorizado com motores: Pratt & Whitney PW4084, Rolls-Royce Trent 884 e General Electric GE90. O Rolls Royce Trent 800 é o principal motor do 777, correspondendo por 43%. O motor é usado na maioria dos 777-200, ER e 300 mas não é oferecido no 200LR e 300ER.
O avião detem alguns recordes, quando em abril de 1997, um 777-200ER da Malaysia Airlines voou da fábrica da Boeing em Seatle, até Kuala Lumpur, totalizando uma distancia de 20,044 km, em 21 horas e 23 minutos sem pouso para reabastecimento. O vôo foi feito sem passageiros a bordo. O avião também é reconhecido por outro fato; o vôo mais longo (192 minutos) relatado pela ETOPS, com o funcionamento de somente uma turbina feito pela United Airlines, com 255 passageiros a bordo em 17 de março de 2003 sobre o sul do oceano pacífico. Seu concorrente direto é o Airbus A340-300 e o futuro Airbus A350-900.
Boeing 777-200LR (Long Range)

O Boeing 777-200LR tornou-se a aeronave de maior alcance quando entrou em serviço em 2006. É capaz de voar 17,446 km em 18 horas. Pode ser equipado com 2 turbofans General Electric GE90-110B1, ou GE90-115B turbofans. Pode carregar 301 passageiros divididos em 3 classes e 330 passageiros em 2 classes.
Ficheiro:B777-200LR DSC04302.JPGO MTOW foi consideravelmente aumentado com a adição de três tanques auxiliares no compartimento de carga, novas asas, reforços estruturais e a adição de Wingtips.O 1º vôo foi realizado em 8 de março de 2005. O 777-200LR entrou em serviço em janeiro de 2006. A única aeronave fabricada com alcance superior ao LR, foi o KC-10.
O 777-200LR foi inicialmente proposto como 777-100X. Seria uma versão encurtada do 777-200, semelhante ao Boeing 747SP. Uma fuselagem encurtada permitiria mais peso na decolagem em favor do tanque de combustível, aumentando o alcance. A aeronave carrregaria menos passageiros do que 777-200, e aumentaria os custos de passageiros por assento. Em 10 de novembro de 2005, um 777-200LR conquistou o recorde de maior vôo comercial non-stop com passageiros de Hong Kong, para Londres. A viagem durou 22 horas e 42 minutos totalizando 21,602 km.
O seu primeiro cliente foi a Pakistan International Airlines ou PIA, que o recebeu em Fevereiro de 2006. Seu concorrente direto é o Airbus A340-500, com 700 km a menos de alcance, porém livre das restrições da ETOPS, e futuramente o Airbus A350-900R, com alcance proposto de 17,600 km.
Boeing 777-300

Criado pela Boeing como um substituto dos 747-100 e 747-200, possuindo similar capacidade de passageiros e alcance, mas gastando um terço a menos de combustível, e 40% menos de gastos com manutenção.
Boeing 777 300Er 03A principal característica do 777-300, é a fuselagem alongada (10,1 m), comparada com a versão -200, tendo capacidade de carregar 550 passageiros em uma única classe, e é 13 toneladas mais pesado. O alcance com 368 passageiros divididos em 3 classes é de 11,135 km e 340 em duas classes. É equipado com dois turbofans PW4098, RR Trent 892 ou General Electric GE90-94B.
O primeiro cliente foi a Cathay Pacific, que começou a operar 777-300s em maio de 1998. Desde a introdução do 777-300ER em 2004, todos os operadores preferiram a versão ER do que a versão -300. O concorrente deste modelo é o Airbus A340-600.
Boeing 777-300ER

O Boeing 777-300ER é a versão Extended Range (Alcance Estendido) da versão 777-300, e contém algumas modificações, incluindo os motores General Eletric 90-115B, que são os motores aeronáuticos mais poderosos do mundo. Outras características incluem asas com desenho mais moderno, fuselagem reforçada e mais pesada e maior alcance, que é de de 14,685 km.
O programa 777-300ER foi lançado pela Air France, apesar de razões políticas, a Japan Airlines anunciava que era a empresa lançadora do modelo. O 1º vôo do 777-300ER foi em 24 de fevereiro de 2004. A 1ª entrega foi para a Air France, em 29 de abril de 2004. Desde a introdução no mercado da versão -300ER , 6 anos após a 1ª entrega do -300, todos os pedidos da série -300 séries foram para a variante ER . O competidor direto do 777-300ER é o A340-600HGW.
No Brasil, a TAM, conta com 4 aeronaves do modelo. Operam os voos para Santiago do Chile, Frankfurt e Londres.


Boeing 777F (Freighter)

O 777F é uma versão para cargas do 777-200 com expectativa de entrar em serviço em 2008. Contém características do 777-200LR e o 777-300ER, usando do -200LR os reforços estruturais e os motores GE90-110B1, com os tanques extras e o trem de pouso da versão -300ER. Com carga útil de 103 toneladas, a capacidade do 777F, será similar as 112 toneladas do 747-400F, com quase a mesma capacidade de carga útil. A Boeing anunciou que o 747-8 oferecerá carga útil superior que a versão 747-400F, assim, o 777F será um substituto do antigos 747F e MD-11F cargueiros.
O 777F será capaz de exercer operações mais econômicas na faixa de 100 toneladas. Com a mesma capacidade de combustível do 777-300ER, o 777F terá alcance de 9,065 km com a carga máxima. Com isso, será capaz de fazer vôos non-stop sobre o oceano pacífico.
A Airbus já tem em desenvolvimento competidores, que serão o A330-200F, que apesar de ser menor, e ter menor capacidade de carga, será uma opção mais econômica, e futuramente o proposto A350-900F.
Boeing 777 Tanker (KC-777)
O KC-777 é uma proposta da versão tanque do 777. Em setembro de 2006, a Boeing publicou um anúncio de que estava pronta e disposta a produzir o KC-777, se a USAF pedisse uma aeronave tanque maior do que o KC-767. Além do mais, a aeronave seria capaz de transportar cargas e pessoas.

  • Fabricante: Boeing
  • Capacidade: 368 passageiros













quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Boeing 757

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Boeing 757 é um avião de porte médio, narrow-body, bimotor fabricado pela Boeing. As versões para passageiros do 757 pode transportrar entre 186 e 279 passageiros, e possui um alcance máximo de 3.100 a 3.900 milhas náuticas (5.900 a 7.200 km) dependendo da variante e configuração de assentos. O Boeing 757 foi produzido em dois comprimentos de fuselagem: o original 757-200 entrou em serviço em 1983, e o 757-300 entrou em serviço em 1999. Versões cargueiras do 757-200, o 757-200PF e o 757-200SF, também foram produzidos.
Lançado com pedidos da Eastern Air Lines e British Airways em 1978, o Boeing 757 foi desenvolvido para substituir o anterior narrow-body Boeing 727, trijato, em rotas curtas e médias. O 757 foi concebido e projetado em tandem com o Boeing 767, uma aeronave wide-body bimotora com a qual compartilha características do projeto ecockpit para dois tripulantes. As similaridades na operação entre as duas aeronaves permitiu aos pilotos obterem um certificado tipo único para operar ambos os jatos, após o término de um curso de transição. Após sua introdução, o 757 se tornou comumente utilizado por vários operadores nos Estados Unidos e Europa, e particularmente com as empresas cargueiras americanas e empresas na Europa que realizam voo charter. O 757 também foi adquirido para uso governamental, militar, e transporte VIP.
O Design
O Boeing 757 é um monoplano de asa baixa, cantilever, com uma cauda convencional com um único estabilizador vertical e leme. Possui dois trem de pouso principais com quatro rodas cada e um trem de pouso no nariz. A asa possui um ângulo negativo de 25 graus, e a aeronave otimizada para obter uma velocidade de cruzeiro de Mach 0.8. Para propósitos de espaçamento controle de tráfego aéreo, a FAA requer uma separação maior atrás do 757 que qualquer outra aeronave da mesma categoria devido à tendência de produzir forte turbulência.
O desenho do cockpit do 757-200, compartilhado com o 767, utiliza seis telas CRT da Rockwell Collins para mostrar a instrumentação de voo através de equipamentos eletrônicos. As telas são utilizadas para o EFIS (Sistema de Instrumentos Electrônicos de Voo), indicação de parâmetros dos motores e do EICAS, assumindo o papel do engenheiro de voo.
O 757-200 introduziu um interior que se tornou padrão em todas as aeronaves narrow-body da Boeing (incluindo os clássicos do modelo Boeing 737) até o lançamento do 737NG (Next Generation), que trouxe um interior renovado, emprestando elementos do estilo do Boeing 777. O interior do 757 oferece um layout de até seis assentos na mesma fileira (3+3) com um único corredor central. O 757 poderia ser comprado com a opção de quatro portas de cada lado, ou três portas mais quatro janelas de saídas de emergência sobre as asas.

Instalação do winglet

Os elevados preços de combustível uma grande pressão para as empresas aéreas melhorarem a eficiência de combustível de sua frota. Um 757-200 da American Airlines consome US$4.153 do querosene para voar de St. Louis até São Francisco em 2004; em 2008, a mesma quantidade de combustível, era US$14.676 uma forma de melhorar a eficiência de uma aeronave é reduzindo o arrasto induzido instalando winglets. Apesar da produção da aeronave ter cessado, os winglets estão disponíveis pela Aviation Partners Inc. de forma a aumentar a eficiência do combustível e alcance da aeronave.
Variantes
Boeing 757-200
O 757-200, foi responsável pela maioria das vendas do modelo. Esta versão pode carregar de 190 a 228 passageiros em uma única classe. Foi o principal sucessor do Boeing 727.
Boeing 757-200F
A Boeing ainda lançou uma versão cargueira, em 1985, chamada de 757-200F. A primeira empresa operadora do modelo foi a UPS. O 757F não possui janelas ou portas no interior da aeronave. Uma grande porta foi instalada na parte dianteira da aeronave. A tripulação embarca em uma porta exatamente ao lado da cabine dos pilotos. Pode carregar 15 pallets.
Muitos 757-200s foram convertidos para 757-200 SF (Special Freighters), a maioria pela DHL. A conversão envolve a instalação de uma porta na dianteira e a esquerda da aeronave, e a remoção de todos os artigos necessários para carregar passageiros.
Boeing 757-300
Esta versão é 7,15 metros mais comprida que o original -200. O 1º vôo foi em Agosto de 1999. Tem capacidade de carregar até 289 passageiros. O interior conta com aspectos do Boeing 737 Next Generation e do Boeing 777. É muito apreciado para voos charter, pela eficiência e a maior capacidade de carregar passageiros.
  • Fabricante: Boeing
  • Tipo: Avião Commercial
  • Capacidade: 200- 2 classes de passageiros
  • Custo Unitario: B757-200 US$65 milhões / B757-300 US$80 milhões (2002)





Boeing 767


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Boeing 767 é um avião birreator desenvolvido e fabricado pela fabricante norte-americana Boeing.
O modelo foi introduzido juntamente com o 757, no final da década de 1980. É um widebody, ou seja, têm a fuselagem larga com dois corredores e configuração de assentos 2x3x2 na classe econômica. O Boeing 767, com um longo alcance e baixo custo operacional, foi o principal responsável pela grande popularização dos vôos transatlânticos entre a década de 1970 e a década de 1980.
É a aeronave que mais cruza o Oceano Atlântico diariamente. Será substituído futuramente pelo 787.
O Boeing 767 foi projetado para receber entre 200 e 300 passageiros, e surgiu para atender uma exigência do mercado, que necessitava de uma aeronave intermediária entre o modelo 737 e o 747. Fez seu primeiro vôo em 26 de setembro de 1981. Tratava-se de um 767-200, matriculado como N767BA e dotado de dois motores Pratt & Whitney modelo JT9D de 50 mil libras de empuxo cada.
O 767 também foi a primeira aeronave widebody projetada para que apenas dois pilotos pudessem comanda-la, não exigindo um terceiro tripulante, o engenheiro de vôo.
Boeing 767-200
O primeiro modelo do 767, foi lançado em 1978 e entrou em serviço em 1982 com a United Airlines. Este modelo é usado principalmente em rotas continentais como Nova York-Los Angeles. O 767-200 geralmente é encontrado na configuração de 181 passageiros divididos em três classes ou 224 divididos em duas classes. Todos os modelos da série -200 tem capacidade de carregar 225 devido as limitadas saídas de emergência. Uma saída de emergência adicional possibilita a acomodação de até 290 passageiros na configuração 2+4+2.
Boeing 767-200ER (Extended Range)
A variante 767-200ER, teve como o primeiro cliente a El Al em 1984. Tornou-se o primeiro 767 a completar um vôo transatlântico, e quebrou o recorde de maior distancia voada sem conexões de um bijato. Embora o 767-200ER não tenha aeronave substituta, espera-se que o Boeing 787-8 seja o provável substituto.Atualmente o 767-200ER é operado no Brasil pela Continental Airlines ligando as cidades de New York a São Paulo e de Houston a São Paulo e pela US Airways ligando o Rio de Janeiro a Charlotte.
Em dezembro de 2006, um total de 249 Boeing 767-200/-200ER foram entregues.
No Brasil o Boeing 767-200ER tem presença na Frota da Gol Transportes Aéreos,contando com 1 Boeing de prefixo PR-VAC que está nas cores da Varig, e já foi operado também pela BRA e Transbrasil.
Boeing 767-300ER
O 767-300ER é a versão de alcance estendido da versão -300. Voou pela primeira vez em 1986 e recebeu os primeiros pedidos quando a American Airlines encomendou muitas unidades em 1987. A aeronave entrou em serviço na AA em 1988. Em 1995, a EVA Air usou um 767-300ER para inaugurar a primeira rota transpacífica com um 767. No Brasil a TAM, conta com 3 modelos que estão em operação, prefixos PT-MSQ, PT-MSR, PT-MSU. Já a Gol Transportes Aéreos conta com 4 Boeings 767-300ER com os prefixos PR-VAB,PR-VAN,PR-VAO,PR-VAF.
Já foi operado também pela Varig, Transbrasil, Oceanair e pela BRA.
Boeing 767-300F (Freighter)
O 767-300F é a versão cargueira do 767-300ER, com a primeira encomenda feita United Parcel Service em 1993 e entregue em 1995. Este modelo tem três portas no principal deck mais 2 no deck traseiro. Das três portas da frente, duas são na frente, e uma é ao lado direito. As duas portas traseira compreendem sobre uma a frente da outra em cada lado da aeronave. Hoje em dia a companhia aérea Absa opera três modelos do 767-300F matrículados como PR-ABB , PR-ABD e PR-ACG.
Boeing 767-400ER
A ultima versão estendida do 767, foi lançada em 1997 com pedidos da Delta Airlines e Continental Airlines para substituir os velhos Lockheed L-1011 e McDonnell Douglas DC-10 das frotas. Pedidos também foram feitos pela Kenya Airways e a ILFC, porém foram cancelados. A Kenya Airways e a ILFC preferiram converter os pedidos para Boeings 777. O -400ER foi alongado em 6,5 m do -300. A envergadura também aumentou em cerca de 4,3 m diante dos outros 767, e também asas mais aerodinamicas foram adicionadas ao conjunto para melhor performance e economia de combustível. É o modelo de menor alcance, embora seja o maior de todos. No Brasil, é representado pelas companhias estadunidenses Continental e Delta Air Lines. São usados nas rotas Houston-Rio de Janeiro (Continental) e Atlanta-São Paulo (Delta). A nova rota Houston-Rio de Janeiro (Continental, vôo direto) será operada com o 767-400ER a partir de agosto de 2009.
  • Fabricante: Boeing
  • Tipo:  Avião comercial
  • Capacidade: 181 a 375 passageiros